Um ano perdido

2015 foi um dos anos mais intensos no campo político, porém muito pobre no sentido de produzir meios para melhor gerenciar a vida das pessoas. Todas as expectativas que haviam na transição de 2014 para 2015 foram adiadas, com muita restrição, para 2016 ou mesmo para 2017.

Leia mais...

A difícil dança das cadeiras

Vejo, Brasil afora, diversos chefes de executivos realizando mudanças no primeiro escalão de seus governos. Os exemplos são muitos: seja nas prefeituras de Garanhuns/PE ou de São Paulo/SP; nos governos de Santa Catarina e do Distrito Federal, ou mesmo no Palácio do Planalto, que recentemente recompôs seu time de ministros.

Leia mais...